domingo, 18 de janeiro de 2009

Quem não pode sair escreve...

Tem dias que queremos simplesmente sair. Sair e rodar a cidade, se locomover, andar a pé ou de bicicleta, enfim não ficar onde estamos. Nos dias quentes isto fica mais evidente (existem os sedentários por padrão, aí a regra é inversa) e queremos circular o mais rápido possível. Hoje me sinto assim aqui durante meu trabalho na lanhouse.

Cada um poderá interagir de forma diferente ao que falo, mas gosto de andar por ai sem ter mais ou menos o rumo. Gosto de sair em dias inversos, por exemplo, sair numa terça-feira. Parece que estou mais vivo quando volto (invariavelmente a pé) para casa. Gosto de pensa, e imaginar coisas, enquanto ando. Quando utilizo um transporte público "viajo" duas vezes... Meu corpo e minha mente se deslocam quase que simultaneamente.

Então o que posso fazer quando posso circular, sair, andar, etc? Aguardo até que chegue a oportunidade e daqui a 2 horas exercitarei esta vontade que é minha todos os dias....

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Sei lá talvez seja a idade...

Sei lá talvez seja a idade... Talvez com o passar do tempo algum mecanismo, abdução (risos), comida acumulada durante todos estes anos, enfim um treco qualquer que nos deixa mais emotivos. Talvez seja mesmo a Vida que nos defronta com nosso lado mais humano. Aí numa bela terça-feira chuvosa (pode ser também que a água interfira nas ondas cerebrais), durante o seu "turno" na lan house: bip! Soa dentro da sua cabeça aquele turbilhão de imagens, que por sua vez ativa aquele turbilhão de sentimentos.

Lembramos de coisas que estão lá guardas no mais remotos cantos de nossa mente. Então quem tem blog que se vire. Quem tem a possibilidade de registrar o faz, mas sabendo que o registro será um rabisco dos mais distorcidos possíveis. Mas fica aqui a tentativa...

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Há males que vem para....


Não quero contradizer o ditado, mas "há males que vem para o mal mesmo". Nada contra o pensamento Poliana, que consiste em ver o lado positivo de tudo que ocorre, mas não enxergar o lado negativo também é um erro. Pois se tudo tem um lado positivo, nada nos prejudica por inteiro. E sendo assim os aconteciemntos seria anesteziados por este "lado bom" das coisas.

Não há crescimento pessoal sem frustrações, fracassos, deslizes, descuidos, infortúnios, etc. Até mesmo a superproteção dos pais (tentando evitar o inevitável) mais prejudica do que ajuda no crescimento pessoal. O galo cantou não sei aonde "que as maiores obras da humanidade brotaram de mentes pertubadas e artistas/pensadores/filósofos/escritores que estavam entristecidos no momento de suas criações."

Talvez por isso voltei a escrever, porque não me sinto bem (talvez escrever sempre foi mais uma terapia do que vocação) . Mas sem querer contradizer o "galo", até porque este é o meu signo no horóscopo chinês, talvez as pessoas que deixaram duradoura ou momentaneamente uma visão simplista - e não necessariamente as mais tristes - tenham sido justamente as pessoas que criaram as mais belas obras da humanidade.

sábado, 2 de agosto de 2008

Quando Poucas Palavras Fazem a Diferença


Esta semana recebi duas mensagens importantes. A primeira foi da Dinha, companheira dos tempos de UFSCar. Poucas palavras mas pontuais. Lembranças do Bloco G, da Vida em comum com os amigos, das pequenas sutilezas das amizades. isto me deixou muito contente. A fase da minha Vida em São Carlos foi maravilhosa, lá encontrei pessoas também maravilhosas, compartilhei alegrias e dificuldades (para isso fazemos amizades: dividir a tristeza e multiplicar as alegrias). Me afastei daqui e comecei a enxergar minha Vida em São Paulo com distanciamento, daí algumas reflexões novas sobre a vida na metrópole. E tudo isso foi revivido com uma simples sequência de palavras, que vieram da pessoa certa!

Ai, ontem recebi uma mensagem da Peu, daquelas frases prontas (desculpa Peu mas elas são pré-fabricadas), porém elas vieram também da pessoa certa. A Peu já faz parte da minha Vida (ou meu retorno a São Paulo) como "escravo" de Lan House. Ela trabalhava num lugar que tem o nome certo "Salão de Beleza" - vixe nunca vi tanta mulher bonita reunida em só lugar. Só que agora ela voltou para Irecê e pela nossa última conversa também ta sentindo os reflexos de compartilhar dois bons lugares só que sendo uma pessoa só não pode estar neles ao mesmo tempo.

Mas como respondi a Peu: "Aprendi que somos seletivos: muitas pessoas passam, porém poucas se tornam importantes !!! Não seremos amigos ou teremos carinho por todos: isto é uma ficção do cristianismo."

sábado, 31 de maio de 2008

Quando o Dia tá Ruim a Gente Procura Uma Notícia Boa!!!

Bom o título daa postagem já diz tudo por isso ai vai minha contrinbuição para a Fundação Mozilla:

Click e Participe !!!
Download Day

Até...

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Um Dia ia Acontecer


Como bom libriano, minha balança oscila! Ontem, e pra não dizer ainda hoje, a balança oscilou para baixo. Tem dias que já na manhã (a minha é uma manhã relativa) tudo sinaliza que algo vai dar errado. Isso acontece principalmente quando você mais espera o um certo dia chegar. E ontem era esse dia, e ontem ele ficou mais triste. Um sentimento de "Epa não era hoje que eu iria me alegra?", as expectativas não vão se efetivando e...

Em resumo.... Um dia ruim

quinta-feira, 3 de abril de 2008

"Chuva, Suor e Cerveja" ou "Águas de Março"


São Paulo tarde chuvosa. Prenúncio de engarrafamentos, enchentes, buzinas, estresse, etc. Mas a chuva é também portadora de alegorias mais positivas. Uma oportunidade pra ver a cidade com outros olhos, ou até onde a cortina de água deixar. Dias para se tomar um café coado na hora, ou uma boa xícara de chá, se enrolar na coberta (de preferência bem acompanhado). Em suma a chuva e seu barulho incita ao ócio, ou a um ócio moderado.

Também vem destes dias o ato mais frequente de relembrar, seja, fatos de outrora ou de um passado mais recente. O que vou citar, por mais contraditório que pareça, aconteceu não por causa da chuva e do momento propício ao relembrar. Estava eu cá contando moedas e me lembrei da Vi ("Amor meu grande amor/ Não chegue na hora marcada"), não porque ela seja rica, ou algo que envolva questões monetárias... O contar moedas me lembrou da lata com moedas que ela guarda lá em São Carlos... Aos gananciosos eu vou logo falando esqueçam! Guardar não é bem a palavra que deveria ser usada aqui. As moedas "estacionam" na lata e depois ajudam a comprar algo.

Entretanto veja como um simples ato pode nos submeter a uma experiência (neste caso prazerosa) que dura efêmeros segundos, mas que sacode a gente com uma força tremenda, e traz sentimentos tão fortes que as "marcas" deste evento vão perdurando horas. A chuva vai, a chuva vem, porém esta sensação gostosa ainda não abandonou meu corpo!