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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Sol do Fim de Tarde

Volto do quintal/laje onde estava conversando com a Queenstina e agora, na casa de baixo, rola um Enter Sandman na versão do Anthrax e Judas Priest. Para ser sincero: o naipe da Cristina....

Foi bom conversar com ela. Fim de tarde, sol no rosto, em cima da laje... só faltou a cerveja para estar dentro do filme Um Grito de Liberdade. As vezes carregamos nossas prisões dentro do nosso receptáculo craniano. E sendo eu cearense minha prisão só tem uma única vantagem: bastante espaço.

Contudo ser livre (!?!) e estar vivo, literalmente falando, não são atributos de qualquer mortal hoje em dia. Digo isso talvez por me sentir nesses últimos  meses um ser sem vida. Viver é bem mais que respirar, ter batimentos cardíacos e  sinais vitais "normais".

Viver é tão difícil de ser definido, que as vezes confundimos com outras atividades, Se vamos ao emprego, se compramos, se assistimos pela TV os jogos de nosso time, se matamos a sede com um refrigerante, se lemos os jornais por causa do brinde dominical, se tomamos remédios para não ficar doente, se procuramos o espelho quando vamos  a academia, se usamos nossos filhos como desculpa para muitas coisas que deixamos de fazer: não sei se isto é viver.

Infelizmente só nos sentimos vivos quando chegamos perto da morte. É paradoxal, sim, porém a Vida nos traz um pouco do tratamento de choque necessário para  enxergarmos além do nosso simples cotidiano. Talvez poucas palavras nos façam despertar desta Matrix que nos cerca, e por isso ao em vez de (Enter) Sandman (que daria uma boa aura a esta postagem) vou mesmo é de Ouro de Tolo, do bom e velho Raul Seixas.    

 

Ouro de tolo cada vez mais disputado em nossa sociedade

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Mais Um Pouco de Steve Jobs

Bom, muito se falou sobre Steve Jobs por causa de seu falecimento. Tudo começou com uma imagem nos computadores da Apple com o ano de nascimento e e morte, passamos pelas falas de todos sobre ele e sua importância para além do mundo da informática, seus vários adjetivos (todos positivos é claro). Finalmente ainda teremos revistas, especiais na TV, documentários, sem falar na sua biografia.

Parece que o criador do mito Mac vai embora envolto do próprio mito. Em trajetórias de pessoas mundialmente conhecidas todo o lado negativo fica é obscurecido. E para não ser injusto com o gênio de Jobs aqui também presto uma homenagem, ao bom estilo do "inventor" do mouse, usando a obra de outrem:

 
(Fonte da imagem: Flickr de tsevis)

















Descobrindo o mouse na Xerox em Palo Alto